9 comportamentos que só os introvertidos vão entender

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Introvertidos e extrovertidos podem parecer iguais, mas se você olhar para a forma como eles reagem às ocorrências diárias da vida, as diferenças começam a surgir.
No mês passado a escritora Melissa Dahl relatou suas conclusões do último livro do psicólogo Brian sobre ciência e personalidade: Me, Myself, and Us: The Science of Personality, que mostrou que os introvertidos conseguem evitar a cafeína com mais facilidade antes de uma grande reunião ou evento importante.


Também cita a teoria de extroversão de Hans Eysenck e pesquisa de William Revelle, da Universidade Northwestern, explicando que os introvertidos e extrovertidos são diferentes quando se trata de sua agilidade e capacidade de resposta a um determinado ambiente. Uma substância ou cena que estimula o sistema nervoso central de um introvertido pode fazer com que ele se sinta oprimido e exausto, em vez de animado e empenhado.
A autora Susan Cain reiterou, em seu livro “O Poder da introvertidos”, este ponto em sua definição de introversão, explicando que o traço é “diferente de ser tímido.”
“A timidez é sobre o medo de julgamento social”, disse Cain. “Introversão está mais relacionada sobre como você responde a estímulos, como o social. Os extrovertidos realmente anseiam grandes quantidades de estimulação, enquanto os introvertidos se sentem mais vivos, mais ligados e mais capazes quando estão em ambientes mais silenciosos e discretos. “
Agora, é evidente que a maioria de nossas construções sociais servem para os extrovertidos –  espaços de escritórios abertos, bares barulhentos, até a estrutura do nosso sistema educacional – apesar do fato de que a metade de qualquer população tenha um temperamento introvertido.
As tendências introvertidas ou extrovertidas de uma pessoa são como um espectro – não existe um introvertido puro ou extrovertido puro, de acordo com famoso psiquiatra suíço Carl Jung – um introvertido é mais óbvio e vulnerável quando está em um ambiente cheio de estímulos.
Listamos 9 maneiras diferentes de como introvertidos interagem com o mundo.
Eles evitam multidões.
“Nós chegamos ao século 20 e entramos em uma nova cultura que os historiadores chamam de ´´cultura da personalidade”, disse Cain. “Nós evoluímos de uma economia basicamente agrícola para um mundo de grandes negócios e, de repente, as pessoas em vez de trabalharem ao lado de pessoas que conheceram por toda a sua vida, como faziam antes, agora estão tendo que lidar com uma multidão de estranhos”.
A multidão resultante, que muitas vezes é barulhenta e congestionante, super estimula os introvertidos e drena sua energia física. Eles acabam se sentindo fisicamente mais isolados do que apoiados pela multidão. Eles prefeririam estar em qualquer lugar menos nesse mar de gente.
Conversas superficiais são evitadas, enquanto conversas mais profundas os fazem se sentir vivos.
Enquanto a maioria dos extrovertidos são energizados por tais interações, introvertidos muitas vezes se sentem intimidados, entediados ou esgotados por elas. Não é incomum, em longas conversas, que os introvertidos assumam o papel do ouvinte silencioso e, em seguida, fiquem um tempo sozinhos, uma vez que estão saturados. Como Sophia Dembling, a autora de ´´A maneira do introvertido´´, explica em seu livro: ´´viver uma vida tranquila em um mundo cheio de ruídos, em última análise, se resume a como a pessoa recebe (ou não recebe) energia de seus arredores´´. Os introvertidos preferem ter conversas mais profundas, muitas vezes, sobre as idéias filosóficas.
Elas se distraem facilmente, mas raramente se sentem entediados.
Se você está procurando destruir a atenção de uma pessoa introvertida, apenas coloque-a em uma situação onde ela se sinta super estimulada. Devido ao aumento da sensibilidade ao seu entorno, os introvertidos tendem a ficar distraídos e sobrecarregados em grandes multidões e espaços abertos.
No entanto, quando estão em algum lugar onde se sintam em paz e sossegados, eles não têm nenhum problema para se concentrarem em algo. Ter esse tempo para cuidar de si mesmo os ajudam a recarregar.


Eles são naturalmente atraídos para carreiras mais criativas, detalhistas e solitárias.
Os introvertidos preferem passar mais tempo sozinhos, ou em um grupo pequeno, ao mesmo tempo que mergulham profundamente em uma tarefa. Por isso eles se saem melhor em ambientes de trabalho que tenha estas características. Certas profissões – incluindo escritores, cientistas naturais e de campo, programadores, etc – podem dar aos introvertidos o estímulo intelectual que eles desejam, sem o ambiente perturbador que repudiam.
Quando cercados por pessoas, eles se posicionam próximos da saída.
Os introvertidos não só se sentem fisicamente desconfortáveis em lugares lotados, mas também fazem de tudo para reduzir esse desconforto ficando o mais próximo possível da porta de saída. Seja ficando na parte de trás de uma sala de concertos, ou numa poltrona próxima à saída de emergência em um avião, eles evitam ficar cercados por pessoas, de acordo com Dembling.
“Estamos propensos a se sentar em lugares onde possamos sair mais rápido quando chegar a hora”, disse Dembling.
Eles pensam antes de falar.
Este hábito dos introvertidos é o que lhes dá a boa reputação como ouvintes. Eles refletem sobre o que vão dizer antes de falar, em vez de pensarem em voz alta (o que é mais comum entre os extrovertidos). Eles podem parecer mais quietos e tímidos por causa deste comportamento, mas isso apenas significa que, quando eles falam, suas palavras foram cuidadosamente escolhidas.
Eles não são tomados pelo estado de espírito do seu ambiente, como os extrovertidos.
Um estudo de 2013 publicado na revista Frontiers in Neuroscience Human descobriu que os extrovertidos e introvertidos processam experiências através de centros de “recompensa” do cérebro de forma bastante diferente. Enquanto os extrovertidos sentem um aumento dos níveis de dopamina relacionado com os seus arredores, os introvertidos tendem a não experimentar essa mudança. Na verdade, os introvertidos não processam estímulos externos tão intensamente quanto os extrovertidos.
Eles não se sentem bem falando ao telefone.
A maioria dos introvertidos não atende seus telefonemas – até mesmo de seus amigos – por várias razões. A força intrusiva do toque os obriga a abandonar o foco no que estão fazendo no momento para se reajustarem a algo inesperado. Além disso, a maioria das conversas telefônicas exigem um certo nível de interação que os introvertidos evitam. Em vez disso, os introvertidos preferem deixar as chamadas na caixa postal para que possam respondê-las quando tiverem a energia e atenção necessária para se dedicar à conversa.
Eles literalmente se desligam quando ficam sozinhos.
“Solidão para algumas pessoas é o ar que elas respiram.” – Susan Cain
Cada introvertido tem um limite quando se trata de estimulação. Kate Bartolotta explica muito bem quando escreve: “Pense em cada um de nós como um copo de energia disponível. Para os introvertidos, a maioria das interações sociais esvazia um pouco do copo, em vez de enchê-la, como acontece com os extrovertidos. A maioria de nós gosta. Ficamos felizes em dar e adoramos ver você. Mas quando o copo fica vazio, precisamos de um tempo para reabastecer. “
Fonte: PsychologyToday traduzido e adaptado por Psiconlinews

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